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Aprenda a Identificar o seu Tipo de Pele

Existem milhares de cosméticos no mercado que prometem verdadeiros milagres para a pele. Mas de nada adianta gastar todo o seu salário em produtos de alto nível se eles não forem adequados a seu tipo de pele. Aliás, você sabe qual é o seu?


A sua pele pode ser mista, oleosa, seca ou normal. O dermatologista Cristián González, diz que a diferença se deve a distribuição e quantidade de oleosidade no rosto. "A mais freqüente é a mista, reconhecida por meio da zona T: a testa, o nariz e o queixo concentram a oleosidade", diz o profissional.

A seguir veja algumas características que irão te ajudar a identificar qual é o seu tipo de pele.


Pele Normal


É muito difícil de encontrar e se caracteriza por sua quase imperceptível abertura de poros. No geral, se apresenta flexível, iluminada e suave a primeira vista.

Se parece muito com a pele que tínhamos durante a infância. Deve ser limpa todas as noites com creme ou leite demaquilante. Termine o processo com uma loção que feche os poros efetivamente.

Para as horas noturnas, esta pele precisa de um creme nutritivo e para o dia, um umectante. Em geral, não requer de grandes cuidados extras.

Pele Mista


Como se explicou anteriormente, esta é a mais comum de todas. Apresenta uma secreção sebácea significativa na zona T, enquanto o resto do rosto é caracterizado pelo aspecto seco.

Portanto, é preciso ter muito cuidado, restringindo os cremes mais oleosos apenas nas áreas secas. O melhor é aplicá-los com cotonetes em movimentos suaves.

Atenção: usar apenas produtos para pele oleosa pode prejudicar as zonas secas de seu rosto.

Pele Oleosa


Ela é decorrência principalmente da fase da puberdade, devido às mudanças hormonais. O pior, é que sua presença pode ir além da adolescência.

A pele oleosa é de fácil identificação, pois tende a ficar com o aspecto brilhoso. É muito mais normal em pessoas morenas que em peles claras.

É preciso ter cuidados especiais também com a alimentação, riscando da dieta alimentos gordurosos. Deve-se evitar sabonetes com óleos e com fragrâncias fortes para que a pele oleosa não seja terreno da acne. Nesse sentido, também é recomendável o uso de protetores solares a base de gel.

É aconselhável usar cosméticos de boa qualidade e retirar a maquiagem sempre antes de dormir. Os cremes e gel de limpeza, hidratação e nutritivos devem ser exclusivamente formulados para pele oleosa.

Pele Seca


É uma pele muito fina, que se descama com facilidade e tem um tom opaco quando está em seu estado natural. Aqui as marcas de expressão se mantêm por mais tempo que uma normal, por isso, há maior incidência para a proliferação de rugas.

Evite expor sua pele ao frio, pois isso aumenta ainda mais o aspecto áspero. É aconselhável tomar muito líquido e usar cremes umectantes e sabonetes com o PH adequado para a cútis seca. O melhor é evitar os pós compactos e optar pelas bases hidratantes.

Se você continua com dúvidas a respeito do tipo de sua pele, o melhor é ir em busca da análise de um profissional. O exame dermatológico pode distinguir facilmente em que grupo você se encaixa e, o mais importante, quais os produtos e tratamentos são os mais indicados para sua cútis.

 

 Aprenda a se Prevenir da Contaminação na Manicure

O ideal é que cada pessoa tenha seu próprio kit de manicure
Com horário cativo na agenda de sua manicure, você frequenta o salão para dar aquele "tapa" nas unhas todas as semanas. Faz mãos e pés, e nem se preocupa em carregar seu próprio kit, afinal, encontra tudo devidamente esterilizado. Mas cuidado, contaminações na manicure podem lhe render doenças de difícil cura.


Alicate, lixa de unha e pés, espátula e palito. Instrumentos corriqueiros de qualquer salão de beleza, esses utensílios podem ser fonte de transmissão de doenças virais, bactérias e fungos. "Um alicate que não foi esterilizado de maneira correta pode transmitir o vírus da hepatite C", alerta Valeria Petri, especialista em dermatologia infecciosa e parasitária.

A hepatite C é uma doença viral silenciosa que pode se manifestar anos depois da contaminação. Em casos de complicação, a doença desencadeia alterações no fígado, podendo causar cancro. "Pode-se ainda contrair outras doenças virais, como a hepatite B e a Sida", complementa a dermatologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, Márcia Grieco.

Doenças causadas por vírus dificilmente têm cura. No caso da hepatite C (maior índice de virose transmitida dentro de salões de beleza), o tratamento é feito com injeções anti-virais de alto custo. O processo, que pode não eliminar por completo o vírus, é ainda lento e acarreta diversos efeitos colaterais.

As verrugas, também transmitidas pelos vírus, podem acometer regiões ao redor das unhas das mãos e dos pés. "Qualquer um dos objetos da manicure pode transmitir verrugas. O tratamento pode ser bastante doloroso e demorado, sem contar que as verrugas podem se multiplicar na pele", conta Márcia.

Há ainda doenças causadas por fungos, como as conhecidas micoses. As lixas, junto àquelas bacias onde se coloca os pés para amolecer as cutículas, são as principais responsáveis pela transmissão do fungo. "Na pele, a micose pode causar descamação, bolhas e comichão, geralmente nas plantas dos pés. Mas podem ainda deixar as unhas mais grossas, opacas, além de causarem descolamento", salienta Marcia.

Segundo Valeria, é fundamental que não se faça o auto-tratamento para infecções de bactérias, fungos e viroses. Além de correr o risco de tomar um remédio que apenas desencadeie outros problemas, você pode não estar a utilizar a medicação necessária. "Procure sempre um médico, mas em caso de lesões simples, como um corte inesperado na manicure, faça uma higiene do local com antiséptico", ensina Valeria.

Mas a dica primordial vale para qualquer mulher que tenha o hábito de fazer as unhas semanalmente ou apenas quando sobra um tempinho. "Tenha sempre seu próprio kit e, após o uso, limpe-o com álcool. O que não for do kit, que seja material descartável", orienta Márcia.

   Exfoliante Caseiro de Manga e Alecrim

Ingredientes:

1 copo de iogurte desnatado sem sabor
2 colheres (de sopa) de aveia em pó
1 colher (de sopa) de polpa de papaia passada na peneira
Folhas frescas de alecrim

Misture levemente a aveia em pó e a polpa de papaia ao iogurte. Aplique no rosto limpo uma camada espessa e homogênea. Cubra as folhas de alecrim. Fique em repouso por 20 minutos, deitando com os pés ligeiramente acima do nível da cabeça. Retire a máscara com água fria e lave bem o rosto. Enxugue a pele e complemente o tratamento aplicando algum creme hidratante natural. O ideal é fazer esse peeling a cada 15 dias.